Em um mundo que nos exige boas notas e excelente desempenho técnico desde a escola, nossa prioridade não muda muito ao longo da caminhada. Investimos a maior parte do nosso tempo em conhecimento, formação e capacitação continuada. Buscamos sempre saber mais, porque o mercado recruta pessoas com esse perfil, com grande repertório de saberes. Hoje, as pessoas são contratadas por habilidades técnicas e também por competências. Mas, na prática, em muitos casos, um currículo com formação invejável é insuficiente se você não sabe fazer a gestão das emoções. Isso porque, segundo Augusto Cury, 80% dos profissionais são demitidos por falta de habilidades emocionais. O percentual confirma que a gestão emocional e os avanços na carreira estão diretamente conectados. É impossível crescer sem se conhecer! Portanto, o único caminho possível é o que leva ao autoconhecimento e à gestão das emoções.
Muito possivelmente, você já se viu como refém do seu comportamento. Quantas vezes, você agiu quase instintivamente? Ou seja, sabendo o que deveria ser feito, mas se rendendo ao modo mais simples e fácil? A verdade é que tendemos a fazer as coisas do jeito que já conhecemos. Assim, evitamos qualquer tipo de esforço que nos tire da zona de conforto. Mas é preciso pensar em mudança de hábitos.
Quando falamos em construção de carreira, muitos aspectos estão em jogo. Sempre que trabalhados de modo estratégico, eles podem ajudá-lo a definir o seu sucesso. Neste contexto, um dos elementos-chave é a sua marca pessoal. Por mais incrível que pareça, muitos profissionais esquecem que tão importante quanto executar e conquistar resultados é saber projetar todos esses feitos. Afinal, só assim as pessoas saberão do que você é capaz. Mas, e como fazer marketing pessoal do jeito certo?
Enquanto somos jovens, temos uma tendência natural de manter uma postura proativa. O caminho já foi percorrido por muitos e sabemos exatamente o que deve ser feito. Você escolhe um curso e se prepara para o vestibular até ser aprovado. Já estudando você busca uma oportunidade de estágio. Depois, quando formado você investe em uma especialização. O porém, normalmente, aparece depois desta fase. Muitos profissionais, quando concluem essa jornada convencional perdem de vista a importância da autorresponsabilidade na carreira e, também, da busca contínua por aprimoramento.